sexta-feira, 30 de novembro de 2012

A mulher que inventou o amor


Passou no Canal Brasil esta semana. Mais um filme que não é de horror, mas termina como um.

Também mais um filme de vingança feminina, tema muito frequente nos filmes da Boca do Lixo na virada dos anos 1970 para os 1980 (escrevi sobre isso num texto que precisa de atualização urgente).

E, principalmente, um exemplo do talento do Jean Garrett como diretor, do Carlão Reichembach como fotógrafo, do João Silvério Trevisan como roteirista e da Aldine Müller como atriz.

Texto de Inácio Araújo, para a Folha:

"Há algo de buñuelesco em A MULHER QUE INVENTOU O AMOR que talvez tenha origem mais no roteirista João Silvério Trevisan do que no diretor Jean Garrett.

O que faz Garrett, no entanto, um diretor que ainda merece ser estudado detidamente é, em parte, a capacidade de receber e agregar boas influências. Eis o que ajuda a fazer deste um filme singular. Mas não só.

Na história - que começa, uma mulher elevada à condição de "rainha do gemido", depois envolvida com um ator, antes de evoluir para um tom tétrico mais próximo até de certos filmes de Erich von Stroheim -, conviveremos com o gosto de uma ambientação forte, beirando o fantástico, tão a gosto do cineasta paulista."

Ficha técnica completa de A MULHER QUE INVENTOU O AMOR.

Leia mais:
Crítica de Andrea Ormond
Crítica de Matheus Trunk

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